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Alerj instala Frente Parlamentar dos Consórcios Públicos

Nova Frente visa integrar municípios, captar recursos e apoiar execução de projetos por meio de consórcios públicos estaduais.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) instalou nesta segunda-feira (13/10) a Frente Parlamentar dos Consórcios Públicos, em cerimônia no Palácio Tiradentes, sede histórica do Parlamento fluminense. A iniciativa busca promover integração e fortalecer consórcios, incentivando cooperação municipal e uso eficiente dos recursos públicos.

O deputado Dr. Deodalto (PL), coordenador da Frente, afirmou que o objetivo central é oferecer apoio técnico e acesso a recursos financeiros para expansão e execução de projetos nos municípios. “Queremos levar benefício até as regiões mais distantes da capital”, disse.

Integração municipal e mobilização regional

O prefeito de Nilópolis e presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (Cisbaf), Abraão Davi Neto, celebrou o momento. Ele enalteceu o papel da Frente na captação de recursos e na articulação com governos estaduais e federal para transformar recursos em atendimento à população.

Na mesa de autoridades estiveram os deputados Tia Ju (Rep), Rafael Nobre (União) e Val Ceasa (PRD), além do diretor geral da Alerj, Marcos Brito, o desembargador Lindolpho Moraes (TJRJ) e o prefeito de Nilópolis.

Consórcios presentes e adesão regional

Diversos consórcios intermunicipais compareceram ao ato. Entre eles estavam:

  • Conleste (Leste Fluminense)
  • CISBALI (Baixada Litorânea)
  • Cidennf (Norte e Noroeste Fluminense)
  • Cimserra (Região Serrana)
  • Conspnor (Noroeste)
  • Cisnovo (Saúde Norte/Noroeste)
  • Cismepa (Médio Paraíba)

Eles representam uma ampla mobilização entre regiões fluminenses, reforçando o interesse em unir esforços para projetos comuns.

Desafios e expectativas

A Frente enfrentará desafios na articulação entre municípios, na adequação de projetos técnicos e na burocracia de liberação de recursos. Contudo, membros esperam que a iniciativa aumente a eficiência da gestão pública e reduza desigualdades regionais.

Além disso, espera-se que a cooperação entre cidades leve melhorias em áreas como saúde, saneamento, educação e infraestrutura.

Fontes: alerj.rj.gov.br

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