Bebedouros públicos para animais serão instalados no Estado do Rio

Proposta da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) prevê instalação de torneiras de água potável para cães e gatos em praças e espaços públicos no Estado do Rio.

Imagem ilustrativa feita por inteligência artificial

A Alerj aprovou em segunda discussão, na quinta-feira (23/10), o Projeto de Lei 417/23, que autoriza o Executivo estadual a firmar convênios com municípios para instalar bebedouros públicos destinados a animais. O texto agora segue para sanção ou veto do governador Cláudio Castro, que terá 15 dias para se manifestar.

Principais dispositivos

O projeto define que a construção, instalação, abastecimento, limpeza e manutenção dos equipamentos poderão ser realizadas pelo Poder Executivo ou por terceiros — cidadãos, comunidades, empresas, comerciantes, ONGs ou instituições privadas.
Os bebedouros devem ser distribuídos em locais estratégicos, como praças ou espaços públicos com grande circulação de animais, desde que não atrapalhem a passagem de pedestres.
As torneiras deverão ter sinalização visível com indicação da finalidade, dispositivo que evite desperdício de água e placa com telefone do órgão responsável pela manutenção.
Também está previsto que os equipamentos sejam mantidos em condições adequadas de higiene e funcionamento.

Impactos e justificativa

Segundo o autor da proposta, o deputado Jorge Felippe Neto (Avante), a medida “objetiva a instalação de torneiras de água potável, em espaços públicos, destinadas a animais. Água, aliás, que regula uma parte significativa das funções dos organismos dos referidos animais”.
Dessa forma, o projeto estimula a participação da sociedade civil e reforça políticas de proteção animal no âmbito estadual.

Próximos passos e convênios municipais

Após sanção, os municípios poderão celebrar convênios com o Estado para definir os pontos de instalação dos bebedouros, bem como as responsabilidades de manutenção e abastecimento. Dessa forma, o Estado amplia a rede de atenção aos animais, especialmente em locais públicos com alto fluxo de cães e gatos.
No entanto, cabe observar os critérios de instalação — os equipamentos só poderão ser colocados onde não prejudiquem o trânsito de pedestres — e a responsabilidade operacional será compartilhada entre poder público e parceiros privados ou comunitários.

Fontes: alerj.rj.gov.br

Deixe um comentário

Você também pode gostar

Polícia procura ex-vereadora após Justiça determinar cumprimento de pena

Agentes fizeram buscas em endereços ligados a Verônica Costa, mas não a encontraram. Em um apartamento no Recreio, foram localizados dois cachorros.

Câmara do Rio cria novas exigências para entregas em grandes estabelecimentos

Projeto aprovado em definitivo prevê espaços de apoio, organização do fluxo de entregadores e multa em caso de descumprimento.

Força Municipal registra redução de roubos e furtos em diferentes regiões do Rio

Balanço dos seis primeiros meses de atuação aponta quedas de até 73,1% nos registros de crimes nos perímetros monitorados pela Divisão de Elite da Guarda Municipal.